segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ah! Quando o Sol...


Quando o sol visita minha estreita janela,
deixa réstias de luz espalhadas
sobre a minha cadeira preferida
onde descanso a falta de sono, de sonho.
A esperança sempre me pareceu vestir cetim
enquanto eu,
envolta em panos simples,
vivi estampando cores e formas,
Um dia por vez.
Cuido dos poucos, mas fartos planos,
E asseguro-lhes que as horas tem mãos
que aquecem borboletas até alçarem voos
enigmaticamente perfeitos.
Quantas vezes o que parece não ter rumo
nem prumo, voa...?
(Diana-Dru)

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